ESPECIAL | 'A Morte do Demônio'

11.04.2013
Sony Pictures

Uma cabana isolada numa floresta se transforma numa câmara dos horrores banhada em sangue quando um grupo de amigos de vinte e poucos anos desperta sem querer um antigo demônio em Evil Dead – A Morte do Demônio (Evil Dead), a ansiosamente aguardada nova versão do clássico cult de terror de Sam Raimi de 1981, A Morte do Demônio (The Evil Dead).

Apresentando um elenco novo e jovem, Evil Dead – A Morte do Demônio é um filme inquietante que combina a emoção crua e o divertido elemento gore do aclamado original com uma série de novas e chocantes reviravoltas.

Mia (Jane Levy), uma jovem marcada pelas perdas que sofreu e pelo vício em drogas, pede ao irmão, David (Shiloh Fernandez), à namorada dele, Natalie (Elizabeth Blackmore), e aos seus amigos de infância, Olivia (Jessica Lucas) e Eric (Lou Taylor Pucci), que a acompanhem até a cabana rústica da família para ajudá-la a superar os seus demônios. Chegando lá, numa cerimônia solene na presença dos amigos, ela se desfaz das últimas drogas que ainda lhe restam e jura se manter longe das drogas de uma vez por todas.

Ao entrarem na casa, eles ficam chocados ao descobrirem que a cabana abandonada havia sido invadida. O porão foi transformado num altar grotesco rodeado por uma dúzia de animais mumificados. Eric fica fascinado por um livro antigo que ele descobre no local. Atraído pelo seu conteúdo misterioso, ele o lê em voz alta, sem jamais suspeitar das consequências terríveis que este gesto está prestes a desencadear.

Quando a abstinência de Mia se agrava, ela perde o controle e tenta fugir, mas acaba retornando, apavorada com uma visão aterradora. Na cabana, seu comportamento se torna tão violento que seus amigos se veem forçados a acorrentá-la. Presos dentro da cabana por conta de uma perigosa tempestade que assola a região, eles começam a se voltar uns contra os outros. À medida que brutalidade dos seus ataques se intensifica, David terá que encarar uma escolha inimaginável.

 

SOBRE A PRODUÇÃO

Em 1981, A Morte do Demônio (The Evil Dead) estrelou nos cinemas e drive-ins de todo o mundo, aterrorizando os espectadores, dividindo opiniões e lançando as carreiras do diretor Sam Raimi, do produtor Rob Tapert e do ator Bruce Campbell. A história de cinco jovens amigos que vão a uma cabana isolada numa floresta para beber e se divertir e, acidentalmente, libertam forças demoníacas inimagináveis, The Evil Dead surpreendeu até mesmo os seus criadores ao se tornar um clássico cult e uma iniciação à experiência do cinema de terror para milhões de fãs.

O público fanático de The Evil Dead continuou crescendo nos mais de 30 anos desde que os três novatos, com um orçamento irrisório, criaram o que ainda hoje é considerado um dos filmes mais apavorantes de todos os tempos. Há alguns anos, Raimi, Tapert e Campbell debatem a sua refilmagem. “Quando rodamos The Evil Dead, travávamos uma luta diária apenas para chegar ao dia seguinte”, afirma Tapert. “Nunca sonhamos que seria uma franquia de sucesso, com mais dois capítulos”.

O novo filme, Evil Dead – A Morte do Demônio , é uma ousada nova versão de um dos filmes de terror mais originais e bem-sucedidos jamais feitos. Com Raimi, Tapert e Campbell como produtores, Evil Dead – A Morte do Demônio certamente aterrorizará uma nova geração de espectadores com uma combinação da tecnologia do século 21 e dos elementos clássicos mais hardcore do gênero terror.

Raimi foi o primeiro a ter a ideia para um quarto filme. “Eu realmente o considerava uma ótima história de fantasmas que merecia ser contada novamente nas telonas, porém, desta vez, com imagens de alta qualidade e um excelente tratamento acústico”, afirma ele. “Nós tivemos que rodar o primeiro filme em 16 milímetros. O som era mono, porque não dispúnhamos de verba para o áudio em estéreo, muito menos um 5.1 surround. Fizemos provavelmente apenas umas 60 cópias e, por isso, ele foi lançado em poucos cinemas. Ele só foi exibido nos cinemas de certos mercados pelo fato de não ter recebido classificação indicativa. É por isso que quase todo mundo o viu em videocassete ou em DVD. Mesmo quando visto nas telas de cinema, foi com som e imagem de baixa qualidade”.

Campbell, por outro lado, era o menos interessado em retomar o material. “Os fãs viram Freddy, Jason e todos os seus demais personagens favoritos de terror fazendo um filme após outro”, diz Campbell. “Havia demanda para mais filmes, mas por mais quantos anos eu vou empunhar uma serra elétrica e correr por aí sem camisa? Esse tipo de coisa tem seus limites”.

Raimi também sentia que uma nova versão do original seria um grande veículo e um grande desafio para um jovem cineasta. “É como uma história de fantasmas que se conta para os amigos ao redor de uma fogueira e que se reconta a cada nova geração e vai melhorando com o tempo”.

Neste caso, quem conta a história é o diretor Fede Alvarez. “Ele é um grande cineasta”, afirma Raimi. “Eu queria que fosse ele a contar a minha história de fantasmas para uma nova geração, com imagens e áudio impecáveis, nas telonas dos cinemas, sendo vista pela primeira vez como sempre deveria ter sido vista”.

Alvarez se lançou na cena cinematográfica com o seu curta-metragem de 2010, Ataque de Pânico!, um thriller tremendamente engenhoso de cinco minutos de duração que narrava um ataque de robôs gigantes à capital do Uruguai, Montevidéu. Ataque de Pânico! foi visto mais de 7 milhões vezes (e esse número continua subindo) no YouTube, atraindo instantaneamente a atenção da indústria cinematográfica.

Raimi e Tapert foram dois dos muitos fãs do curta de Alvarez que logo viralizou na Internet. Eles rapidamente fecharam um acordo para que ele o desenvolvesse na forma de um longa-metragem para a Ghost House Pictures, uma joint venture com Nathan Kahane e Joe Drake dedicada ao gênero de terror de suspense.

“Entretanto, como costuma ocorrer, o projeto foi protelado”, conta Tapert. “Sam havia se tornado um grande partidário de Fede e sugeriu envolvê-lo em Evil Dead – A Morte do Demônio . Fede realmente queria escrevê-lo em parceria com o seu sócio, Rodo Sayagues, então ele nos submeteu uma proposta completa. Ele nos mostrou que nós não precisávamos manter o personagem do Bruce no filme. Isso fez com que Bruce o encarasse como um projeto novo, e foi assim que ele finalmente começou a ganhar impulso”.

Alvarez e Sayagues apresentaram aos sócios uma visão impressionantemente original de The Evil Dead que se mantinha fiel à sua essência, enquanto apresentava novos personagens e introduzia mudanças sutis na trama. “Bruce, Rob e Sam reconheceram uma alma gêmea na proposta do cineasta”, conta o produtor executivo, J. R. Young. “Fede e Rodo compreenderam os requisitos para se rodar um filme como Evil Dead – A Morte do Demônio e conseguiram fazer dele uma obra autoral”.

O roteirista e diretor afirma que sua principal meta sempre foi criar o filme mais apavorante possível. “O filme que eu propus foi o filme como eu o vi quando eu tinha 12 anos e assisti a The Evil Dead pela primeira vez. Ele era diferente de tudo o que eu tinha visto antes e se passava num universo muito louco. Esse foi o tom que eu quis recriar e essa é a ideia que nós abraçamos de imediato”.

“Nós nos comprometemos com uma coisa: manteríamos tudo o que fosse necessário e atemporal acerca do original e atualizaríamos o restante”, afirma Alvarez. “Mantivemos a ideia de um grupo de melhores amigos no que se supõe ser um local seguro. Uma vez lá, eles tentam se matar uns aos outros. Para mim, esse é um sentimento apavorante, pior do que quando desconhecidos te ameaçam num filme de zumbis. Os seus melhores amigos estão se voltando contra você, um a um. As paredes vão se fechando. Essa é parte da magia do original e que sempre guardei comigo”.

Segundo ele, a parte mais difícil do trabalho foi decidir quais elementos atualizar. Ele criou a personagem central, Mia, como uma jovem tentando superar o seu vício. “Ela está lutando contra a síndrome de abstinência e seus amigos estão tentando ajudá-la”, explica Alvarez. “No original, os adolescentes vão lá para fumar maconha e beber álcool, o que fazia sentido porque eram personagens um pouco mais jovens. Nós precisávamos de outra razão para ir àquela cabana. Eu creio que este é um conceito forte e relevante. Não se trata realmente de drogas, mas daquilo que se quer deixar para trás. E esse é precisamente o tema central do filme. Porém, uma coisa é conhecer o caminho; outra é seguir por ele. Todos os personagens estão lutando com isso”.

Tapert ficou impressionado como o conceito básico se assemelha ao filme The Evil Dead original, sem recriar servilmente a sua trama. “O fio condutor da narrativa é diferente, mas, essencialmente, alguém abrirá o livro e coisas terríveis vão começar a ocorrer”.

“Fede é muito apaixonado pelo seu trabalho”, acrescenta Tapert. “Quanto mais o conhecíamos, mais tínhamos a certeza de que ele era a pessoa certa para o trabalho. Ele sabe o que é importante. A sua visão não é exatamente a de nenhum de nós e, por isso, ele trouxe algo novo e original”.

Evil Dead – A Morte do Demônio marca a estreia de Fede Alvarez dirigindo um longa-metragem. “Mas nós sabíamos que ele era o cara certo por inúmeros motivos”, afirma Young. “Ele tem The Evil Dead nas veias. Ele sabe da responsabilidade que temos de criar algo especial para os fãs. Ataque de pánico! demonstrou que Fede era capaz de trabalhar com recursos limitados e fazer algo realmente especial. Revendo o que Sam, Rob e Bruce fizeram quando rodaram o primeiro filme, vejo uma semelhança com o trabalho de Fede: o desejo de fazer algo extravagante e assustador para o público”.

A colaboração foi um sonho que se realizou para o cineasta estreante. Ele teve muita liberdade para criar seu próprio projeto original, mas, ao mesmo tempo, pode se apoiar na soma das experiências de Raimi, Tapert e Campbell. “Eles sempre procuraram me dar todo o apoio e também contribuíram com o seu próprio ponto de vista alucinado”, diz Alvarez.

O The Evil Dead original gerou uma tremenda polêmica à época de seu lançamento. O distribuidor optou por lançar o filme sem classificação indicativa, já prevendo que a sua violência explícita receberia uma classificação “X”, limitando a sua exibição no circuito cinematográfico. Tapert acrescenta que ainda que o original seja exibido hoje na televisão sem cortes, em 1981, os espectadores não haviam visto nada parecido.
“Fazer um bom filme de terror é um enorme desafio”, afirma o produtor. “Nas palavras de Sam, é como usar uma rede de caçar borboletas para capturar o espírito humano. Você precisa querer deixar os espectadores perplexos e apavorados. Você precisa ter a capacidade de surpreender o público. Enquanto eles olham para um ponto, você os ataca de outro. Você não precisa necessariamente de astros de primeira ordem nem do melhor equipamento, mas precisa ter o desejo de manipular e guiar os espectadores, sem que eles se sintam guiados nem manipulados durante 90 minutos de terror”.

E para fazer um filme de terror realmente bom e revolucionário que esteja à altura do seu legado, afirma Tapert, eles tiveram de seguir por um caminho novo e original. “Os espectadores querem sentir que é algo que eles nunca viram antes. O gênero está sempre evoluindo e aquilo que você viu quando era garoto já não assusta mais”.

“Eu me lembro de uma manchete na publicação Christian Science Monitor: Exatamente o Tipo de Filme que Não Necessitamos”, acrescenta ele, referindo-se ao filme original. “Esperamos que este filme tenha um impacto igualmente forte sobre o público. Este filme trará o que o meu filho quer ver num filme de terror e ele já viu praticamente de tudo. Para aqueles que quiserem nos acompanhar nesta jornada, vamos lhes dar tudo aquilo que eles esperam”.

Evil Dead – A Morte do Demônio é uma experiência de terror máximo”, afirma Young. “É um ingresso para algo chocante. Os espectadores de hoje já viram de tudo e, por isso, precisamos extrapolar ainda mais todos os limites. Nós fizemos de tudo para criar algo que tenha autonomia própria. O original sempre existirá. Ele surgiu em um tempo e lugar especiais, com criadores realmente inovadores. Nós queríamos respeitar isso e criar algo completamente novo para os espectadores atuais”.
Raimi garante que também haverá muitas surpresas no novo filme. “O argumento é totalmente novo”, afirma ele. “A situação é semelhante, mas a forma como os jovens são possuídos e as suas relações são todas diferentes. O filme traz ótimas novas cenas e novos sustos para o público”.

Raimi acrescenta: “É a experiência por excelência do terror absoluto. Eu os desafio a assisti-lo”.


A VIDA DEPOIS DE ASH

Bruce Campbell só teve uma recomendação durante a escalação do elenco de Evil Dead – A Morte do Demônio . “Eu disse, desta vez, precisamos de atores melhores”, relembra ele. “Quando fizemos o primeiro filme, éramos totalmente inexperientes. Agora, eu qualificaria os diálogos como pobres, mas, na época, nós não sabíamos a diferença. Nós simplesmente os enunciávamos com toda sinceridade, e os espectadores adoraram”.

Conseguir um elenco jovem e talentoso não foi uma difícil, dada a reputação que o filme conquistou ao longo dos anos. “Tantos atores quiseram trabalhar conosco”, conta Tapert. “Muitos filmes de terror não contam com um elenco do que há de melhor no ramo. Nós pudemos escolher a dedo alguns dos melhores jovens atores que Hollywood tem a oferecer”.

Entretanto, o talento artístico não foi o único critério durante a escalação do elenco. A produção prometia ser especialmente exigente. “Além das próteses e da maquiagem, eu queria assustá-los pra valer e passar isso às telas”, afirma Alvarez. “E, sem exceção, o nosso elenco se atirou de cabeça sem reservas. Ninguém se negou a fazer isso ou aquilo, e eu estou realmente grato a eles por isso”.

Ninguém conhece os desafios melhor do que Jane Levy , que interpreta Mia. “Todos fazíamos uma certa imagem da Mia”, comenta Tapert. “Jane não se encaixava no seu perfil, mas ela fez uma audição dinâmica. Sam, Bruce e eu concordamos, basicamente no ato, que ela era a escolhida — e ela se mostrou à altura do desafio. É um papel realmente exigente, mas ela é cheia de vitalidade, e eu creio que ela o enriqueceu com uma alta dose de energia e com o seu total comprometimento. Na verdade, ela gostou de ser um monstro, o que é útil se você está num filme de terror como este”.

“Jane foi um presente dos céus”, concorda Young. “É emocionante vê-la em ação. A Mia enfrenta suplícios extraordinários e a Jane se entregou por inteiro. Fosse uma cena dramática e vulnerável ou uma cena violenta de terror, ela se mostrou imperturbável”.

Interpretar uma drogada possuída pelo demônio foi uma mudança de ritmo positiva para Levy, que estrela a sitcom da ABC, Suburgatory. “Ela é uma garota que topa tudo e nunca diz não para nada”, afirma Alvarez. “Na verdade, ela estava sempre pedindo mais. Seja o que for que acontecesse à sua personagem, ela estava disposta a fazer mais uma tomada. Ela também é uma jovem muito doce, o que é crucial para a história. Você pode ver a sua vulnerabilidade e torce para ela desde o primeiro momento. Mas quando ela se torna malvada, é a pessoa mais assustadora do mundo”.
Passar de um programa de televisão para um filme de terror hardcore ofereceu à atriz exatamente o tipo de desafio que ela procurava. “Eu pude fazer tantas coisas diferentes neste papel”, afirma ela. “Vivo uma viciada em drogas em recuperação e sou possuída. O papel me deu a oportunidade de explorar algo novo. Além disso, as pessoas por trás desse projeto são extremamente talentosas, o que me motivou a participar. Eu também achei que trabalhar na Nova Zelândia parecia romântico. Mal sabia eu...”

A personagem de Levy é a mais jovem do grupo. “Ela é a irmã caçula de David e quase como uma irmã caçula também para Eric e Olivia”, conta a atriz. “Eles cresceram juntos e a Mia sempre precisou de um pouco de cuidados paternais. David não foi capaz de suprir essa necessidade. Ela está tentando emendar os elos rompidos na sua relação, bem como na relação consigo mesma. Até o momento em que vai até a floresta e vê uma figura sinistra, ela está tentando manter o controle. Ela está 100% decidida a enfrentar a dor física e a paranoia da abstinência. Mas, ao ver a tal figura, ela percebe que aquele lugar não é seguro, só que ninguém lhe dá ouvidos”.

As exigências do papel puseram à prova a disciplina da atriz. Horas na cadeira de maquiagem antes e depois das filmagens se somaram a dias cheios de tensão no set. “Eu ia dormir às 20h30 todas as noites”, conta ela. “Eu só comia frutas e verduras e não saía nos fins de semana. Eu fiz ioga e exercícios de respiração para poder dar o máximo de mim. De outra forma, eu não creio que poderia ter feito esse trabalho”.
Surpreendentemente, contudo, interpretar Mia no início do filme, antes de estar possuída, foi, em alguns aspectos, a parte mais difícil do trabalho. “Na verdade, foi mais doloroso”, afirma Levy. “Como demônio, eu podia ser o que eu quisesse. É muito animalesco e eu tive toda a liberdade para explorar. Eu estava destruindo e torturando as pessoas. É estranho, mas foi divertido poder fazer isso”.

Shiloh Fernandez interpreta David, um papel cuja audição ele quase recusou — mas não porque ele não o queria. “Eu tinha uma audição marcada quando o meu agente me encaminhou alguns emails entre o Fede e o agente dele”, afirma o ator. “Diziam que queriam contratar Shiloh Fernandez , mas eu ainda não tinha feito os testes. E eu disse: ‘Não vou a essa audição. Eu simplesmente arruinaria as minhas chances”.
O agente de Fernandez, contudo, convenceu-o a manter o compromisso e ele imediatamente foi escalado no papel de David, o sobrevivente de uma infância difícil. “Sua mãe sofria de um distúrbio mental”, afirma Fernandez. “Ele protegeu a irmã caçula como pôde até completar os 18 anos, quando, então, foi embora. Ele não podia mais fazer parte daquilo”.

A relação entre David, a irmã e os seus amigos é, em parte, o que atraiu Fernandez no roteiro. “Havia muito a ser explorado”, afirma ele. “Eu nunca tinha feito nenhum filme como este antes, mas eu gostei de buscar a verdade em meio ao terror”.

Enquanto ainda estava em Los Angeles, o ator passou algum tempo com Alvarez ajustando detalhes do seu personagem. “Como também é o roteirista, Fede pôde me explicar exatamente o que ele queria”, afirma Fernandez. “É um cineasta com um olhar realmente cinematográfico. Foi muito legal ver o desenrolar da sua visão. No set, ele prestava toda a atenção ao que cada um de nós estava fazendo e voltava com diretrizes para todos nós”.

A experiência de rodar Evil Dead – A Morte do Demônio revelou um lado novo do cinema para Fernandez. “O foco foi fazer o melhor filme possível”, afirma Fernandez. “Rob e Sam apoiaram muito Fede e a sua visão original. Eles também querem honrar os fãs e agradá-los — e fico feliz que nada disso dependa de mim”.



 

 

 

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